Apple divulga imagens da futura sede

Nesta semana, foram divulgadas novas imagens que mostram como será a nova sede da Apple na cidade de Cupertino (EUA).
O prédio principal, já apelidado de "disco voador", abrigará cerca de 12 mil funcionários. O custo total da obra será de cerca de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões), segundo a revista BusinessWeek. A construção deve começar no ano que vem.




Criação de Steve Jobs

Steve Jobs supervisionou de perto a criação da nova sede. Em sua última aparição pública, em junho de 2011, Jobs apresentou o projeto pessoalmente em sessão de debates organizada pela prefeitura de Cupertino.

Seguindo a obsessão de Jobs por materiais e formas, a parte exterior do prédio será praticamente inteira de vidro curvado. Em sua apresentação, Jobs se orgulhou do novo projeto é observou que "não haverá um centímetro de vidro reto em todo o prédio". Outra característica interessante do prédio é que praticamente não haverá componentes de plástico no interior do prédio. Mesmo detalhes como maçanetas ou corrimões serão de madeira ou metal.

A nova sede se destaca ainda por sua preocupação ecológica. Em torno dos prédios a Apple plantará mais de 7 mil árvores de 300 espécies. Ainda segundo a reportagem da Bloomberg, o consumo de energia será equivalente ao de 4 mil casas. A empresa usará painéis solares e outras tecnologias sustentáveis para reduzir o impacto ambiental da construção.

Um brasileiro na 5ª Avenida

Os apartamentos no trecho da 5ª Avenida que margeia o lado leste do Central Park, em Nova York, estão entre os mais cobiçados endereços residenciais do mundo. Enquanto o Upper West Side é conhecido por ser a região de preferência dos milionários da indústria do entretenimento, como músicos e cineastas, no Upper East Side, onde está localizada a avenida, moram os grandes tomadores de decisão do mundo empresarial.
Distante a um quarteirão da Madison Avenue - onde fica a sede de algumas das mais importantes agências de publicidade do país -, a 5ª Avenida abriga empresários, advogados e publicitários poderosos. 

Agora um brasileiro entrou na festa, provocando ruídos: o empresário José Auriemo Neto, o Zeco Auriemo, controlador da incorporadora paulistana JHSF.



Fonte: IstoÉ Dinheiro, Carlos Eduardo Valim

Abecip aponta alta de 27,7% no crédito imobiliário em agosto

Os empréstimos para construção e aquisição de imóveis atingiram R$ 10,51 bilhões em agosto, montante 5,5% acima de julho e 27,7% superior a agosto de 2012, de acordo com pesquisa divulgada ontem pela Associação Brasileira das entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).


No acumulado dos oito meses de 2013, os financiamentos totalizaram R$ 70,12 bilhões, 35.6% mais a igual período do ano passado. Já em 12 meses encerrados em agosto, os financiamentos chegaram a R$ 101,15 bilhões, crescimento de 26,2%.

Em agosto, 50,2 mil imóveis foram financiados. No ano. foram 342,9 mil. O levantamento considera apenas os empréstimos com recursos provenientes da poupança. Pelas regras do Banco Central, 65% do saldo da caderneta devem ser direcionados pelos bancos para o crédito imobiliário. A Abecip estima que a contratação de financiamentos ultrapasse os RS 100 bilhões cm 2013, o equivalente a um crescimento na faixa dos 20% ante 2012, quanto o total ficou em R$ 82,76 bilhões.

A elevação de R$ 500 mil para até R$ 750 mil no valor dos imóveis que podem ser financiados no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) - que oferece taxas mais atrativas e a opção de uso do FGTS deve ter um impacto moderado no volume das contratações, de acordo com avaliação de Octávio de Lazari Júnior, presidente da Abecip.

"Em tese, a perspectiva de um aumento no valor médio do financiamento acaba tendo efeito nulo. De um lado. o comprador pode financiar valores maiores, mas por outro, tem a oportunidade de usar o FGTS para amortizar essa dívida , explicou I.azari. O valor médio dos financiamentos para aquisição de imóveis chegou a R$ 207 mil em agosto, ante R$ 192 mil no ano passado. No mês, os empréstimos representaram 65,1% do valor do imóvel, cm média, ante 63,8% em 2012.

Fonte: Jornal do Commercio