Enquanto o mercado discute se há - ou se vai haver - uma bolha imobiliária, fique atento aos nichos de mercado, que ainda mostram fortes altas. Aqui vão quatro importantes dicas para uma aposta mais assertiva.
1. Tenha em vista o tipo de imóvel que apresenta maior demanda no momento
Em 2013 os apartamentos compactos foram os mais procurados e continuam em alta em 2014, com ótimas taxas de retorno. Uma das razões pela boa rentabilidade é que o valor do condomínio é menor, elevando assim o valor do aluguel.
Não esqueça: se procura rentabilidade, fuja do condomínio caro.
2. Procure empreendimentos com maior diferencial estético.
Esses imóveis tem valor agregado e com isso maior valor de locação, por apresentar maior procura.
Não esqueça: o estilo e perfil do imóvel reflete diretamente na lucratividade.
3. Acerte o relógio. Tem hora pra comprar e hora pra vender.
A compra de imóveis na planta, com a finalidade de revenda na entrega já foi uma boa estratégia. Hoje é mais difícil localizar esse tipo de produto. Mas ainda existem bairros com grande demanda, que são de uso misto, com facilidade de acesso, centros de compras e serviços, como no caso do Itaim-Bibi. Lá os compactos tem alta rentabilidade.
Não esqueça: transporte, comércio e serviços são polos geradores de demanda e consequentemente de valorização
4. Se você já é um investidor mantenha seus ativos atualizados
Imóveis antigos ou depreciados pelo uso incorreto são mais difíceis de vender. Invista em empreendimentos que atendam ao perfil do consumidor atual, que buscam imóveis novos. A manutenção corretas de elevadores, jardins, piscinas e fachada refletem positivamente na valorização da venda e na locação mais rápida (menor vacância)
Não esqueça: condomínios que não investem em melhorias, perdem liquidez.
Guilherme Rossi amplia leque e cria empresa para administrar imóveis geradores de renda

Atuando de forma independente da GR, na qual foi fundador e que é incorporadora de imóveis para renda, Guilherme destaca que "existe muita sinergia entre ambas as empresas e cada uma delas contribuirá para gerar negócios para a outra". A FOCO pode ajudar, por exemplo, "na retenção de inquilinos dos galpões da GR". A administrando de três condomínios já em operação da GR, dois em Campinas e um em Jundiaí, já estão sob gestão da FOCO, mas a intenção é que os serviços sejam oferecidos também para terceiros.
Neste ano, outros dois condomínios serão entregues pela GR e, de acordo com Rossi, a Foco irá administrá-los. Para 2015, o plano do empresário é que o número de empreendimentos geridos pela Foco chegue ao total de dez. Num primeiro momento a GR é a responsável por alugar os condomínios que desenvolve. Nas rodadas seguintes de locação, a negociação do serviço, assim como a de compra e venda, ficarão a cargo da Foco, segundo o sócio investidor.
Embora o mercado de galpões tenha recebido elevado número de novos imóveis para locação no último ano, Rossi diz não observar queda de preços, mas estabilidade.
Apartamentos compactos são a tendência no mercado imobiliário
Estudo realizado pela Lopes, maior empresa de consultoria e intermediação imobiliária do país, revela que 58% dos paulistanos que procuram imóveis comprariam um apartamento compacto. O número de entrevistados que acredita ser uma tendência do mercado a procura de imóveis menores é ainda mais expressivo: 68%.
O levantamento levou em conta consulta feita em dezembro de 2013, quando foram entrevistadas 644 potenciais compradores de imóveis em São Paulo.
“Essa tendência é reflexo das recentes mudanças na estrutura familiar e nos hábitos dos paulistanos, como o aumento do número de solteiros, de casais sem filhos, de pessoas da terceira idade, além da crescente preocupação com a mobilidade urbana”, assinala Caio Augusto Pereira, superintendente de Inteligência de Mercado da Lopes.
Dos interessados em adquirir imóveis menores, 61% têm como principal finalidade moradia própria. Outros 32% têm como objetivo investimento, pois acreditam no potencial de rendimento de unidades compactas. Já outros 4% comprariam para ficar próximo ao trabalho, 2% devido à proximidade de centros urbanos e apenas 1% para moradia de outra pessoa.
O levantamento levou em conta consulta feita em dezembro de 2013, quando foram entrevistadas 644 potenciais compradores de imóveis em São Paulo.
“Essa tendência é reflexo das recentes mudanças na estrutura familiar e nos hábitos dos paulistanos, como o aumento do número de solteiros, de casais sem filhos, de pessoas da terceira idade, além da crescente preocupação com a mobilidade urbana”, assinala Caio Augusto Pereira, superintendente de Inteligência de Mercado da Lopes.
Dos interessados em adquirir imóveis menores, 61% têm como principal finalidade moradia própria. Outros 32% têm como objetivo investimento, pois acreditam no potencial de rendimento de unidades compactas. Já outros 4% comprariam para ficar próximo ao trabalho, 2% devido à proximidade de centros urbanos e apenas 1% para moradia de outra pessoa.
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