Projetos que prezam pela arquitetura de vanguarda, considerada arte, mudam a cara de São Paulo para melhor e escapam ilesos da crise imobiliária. Com localização privilegiada nos bairros nobres da capital, os novos projetos imobiliários (alguns já entregues e outros em fase final de acabamento) inovam no conceito arquitetônico, dando uma nova roupagem a adensada cidade. "Os novos edifícios primam pela estética aliada ao conforto e a sustentabilidade, fazendo com que São Paulo, aos poucos, se torne uma cidade mais vibrante, contemporânea, como já ocorre nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, onde a arquitetura é um valor e não um custo."
Abrir a janela pela manhã e dar de cara com a praia
![]() |
| “Dedos” da praia Brava |
O que tem atraído os brasileiros para esses points, além do preço é a questão de segurança. Em Miami ou Punta e comum andar de bike a noite sem o menor receio.
Para comprar um imóvel em Miami, basta você ter passaporte. Não precisa ter conta, nem residência, basta provar a obtenção do visto norte-americano, além de comprovar que tem o dinheiro para pagar pelo imóvel, por meio da declaração do imposto de renda e especificar os motivos da compra. No Uruguai é mais fácil ainda. A entrada de dólares é facilitada pelo Mercosul e a documentação necessária é a mesma que aqui: RG e declaração do imposto de renda. Lógico que é sempre bom ter um assessoramento de especialistas na área imobiliária.
A melhor época para procurar imóveis em Punta é na primavera que começa agora em setembro. Faça as malas, e divirta-se!
Brasileiros buscam Miami
O motivo da intensa procura por uma das cidades de praia mais famosas dos Estados Unidos é o preço. O metro quadrado em uma área nobre de Miami custa em média US$ 5 mil. Já no Brasil, um imóvel no Leblon, zona Sul do Rio de Janeiro, é ofertado para venda, segundo o índice FipeZap, por em média R$ 18.332 – ou pouco mais de US$ 9 mil.
Se não bastasse, os juros também são mais baixos nos Estados Unidos. Pessoas com bom perfil de crédito podem encontrar juros em torno de 3,5% ao ano. No Brasil o custo efetivo total do crédito é superior a 10% ao ano.
Na opinião do presidente de relações para o Brasil da NAR (National Association of Realtors) – associação que representa os corretores de imóveis nos EUA -, Marco Fonseca, mesmo com a ligeira alta do dólar, os preços dos imóveis em Miami continuam atraentes para o público brasileiro, tanto para quem quer um imóvel para investir como para quem procura um endereço de veraneio. “O nosso mercado ainda está se recuperando de um declínio acentuado que sentimos a partir de meados de 2007, logo após o fim dos financiamentos “subprime” e o estouro da bolha criada pelo sistema financeiro. Inclusive, hoje, há financiamentos para estrangeiros em condições bem mais fáceis do que para o próprio americano, com planos com entrada a partir de 30% e juros desde 3,5%. Há opções para todos os gostos e todas elas muito atraentes”, diz.
A busca de brasileiros por imóveis em Miami, nos Estados Unidos, é tamanha que as incorporadoras já adotam modelos exclusivos para agradar aos compradores vindos do país. Uma das adaptações ao gosto dos brasileiros foi o lançamento de prédios com uma residência por andar - algo incomum no mercado norte-americano.
Vale lembrar, que ao comprar um imóvel no exterior, o cuidado deve ser redobrado. Não só o brasileiro, mas o comprador estrangeiro, por estar fazendo negócios fora de seu país deve procurar esclarecimento legal e contábil. O ideal é utilizar um profissional na área de imóveis que possa guiá-lo por todo o processo, inclusive indicando profissionais que possam auxiliá-lo não só nas áreas legais e contábeis, mas também que possa colocá-los em contato com profissionais de financiamento, designers, construtores, entre outros.
Assinar:
Postagens (Atom)

