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Em meio à turbulência no Mercado financeiro, o melhor investimento é o imóvel


O ditado “quem investe em imóvel não vê o patrimônio móvel” nunca fez tanto sentido. As últimas notícias do Mercado financeiro nesta semana, com queda da bolsa superior a da crise de 2008, vêm ao encontro das teorias de que o melhor investimento é o imóvel, garante o presidente da americana CENTURY 21 no Brasil, Ernani Assis.

“Na crise a poupança e algumas poucas opções de fundos de renda fixa são consideradas apropriadas, mas a rentabilidade é muito pequena se compararmos ao investimento imobiliário, seja ele através de aquisições de unidades imobiliárias ou de cotas de fundos imobiliários”, diz. “Se fizermos um comparativo entre a poupança, com rendimento médio de 7.0%, e a renda fixa, com rendimento médio de 8.5% ao ano, com um fundo imobiliário e Imóveis com rendimento médio de 18% a 25%, podemos garantir que, ainda com o aumento da inflação, o ganho real será recompensador”.

Segundo Assis, toda especulação diante do cenário de instabilidade macro econômica faz com que o comportamento do investidor seja mais comedido, fazendo com que ele opte por investimento que possam ser tangíveis. “Logo, estamos em um cenário extremamente favorável à aquisições de ativos imobiliários”, conclui.

“Da mesma forma que não enxergo uma valorização exagerada, também não é correto pensar em desvalorização dos imóveis. O mercado imobiliário é muito estável e organizado, afastando qualquer possibilidade de uma bolha imobiliária”, afirma Assis. “Atualmente essa indústria permite uma diversificação de ativos, incluindo aqueles que garantem uma locação que, fora o patrimônio, permite alavancar uma renda mensal. Esta boa prática é oferecida por incorporadoras e fundos imobiliários com garantia de aluguel de um a 15 anos. Em São Paulo, por exemplo, em 2011, o aluguel já acumula a maior alta desde 1997

Fonte: Forum Imobiliário
Foto: Wikipedia

Franquias invadem setor imobiliário

Diversos fatores positivos como, por exemplo, a maior estabilidade da economia, os baixos juros, a confiança que os outros países têm tido para investir no Brasil, e ainda a facilidade de se conseguir créditos em bancos, estão contribuindo para o boom imobiliário no país. Em razão desse movimento, é possível verificar um aumento do número de empresas que atuam no mercado de compra, venda e aluguel de imóveis novos, semi-novos e usados. E não só. Muitos grupos, nacionais e internacionais, têm optado por promover a sua expansão por meio do sistema de franquias.

Atualmente, mais de 10 empresas franqueadoras estão associadas à Associação Brasileira de Franchising (ABF) no segmento de construção e imobiliária. Dentre estas é possível citar as redes americanas Century 21 e Re/Max, e ainda as redes brasileiras Pronto!, Rede Morar e Apolar Imóveis.

E por que esse mercado está crescendo? Por que o empresário tem optado por ingressar em uma rede de franquia, ao invés de tentar a sorte em um negócio próprio?

Isso ocorre porque os empresários buscam negócios testados, especialmente de marcas reconhecidas no mercado e que tenham uma boa reputação e aceitação pelo público consumidor, e ainda todo o suporte e know-how que as empresas franqueadoras podem oferecer, tais como indicação de planos de negócios.

Além disso, é comum nesse segmento de imobiliárias que a intersecção de informações multiplique o banco de dados tanto de imóveis como de potenciais compradores e permita parcerias que acarretam no aumento das oportunidades de fechamento de negócio.

A implantação de uma franquia imobiliária pode ocorrer por meio da conversão de imobiliárias locais já existentes no mercado ou pela instalação de uma unidade nova. Em qualquer um dos casos, é importante que a lei de franquia seja cumprida pelo franqueador, que deverá entregar a Circular de Oferta de Franquia ao candidato a franqueado.

E apesar de ser um segmento novo no sistema de franquias, o mercado imobiliário tem altas expectativas para 2011, com o lançamento de milhares de empreendimentos por todo o país. Segundo a ABF, as franquias imobiliárias brasileiras devem crescer 30% no próximo ano. A tendência é do mercado se profissionalizar e acirrar ainda mais a boa concorrência.

Fonte: Portal VGV