17.09.2010
Revista Exame
O Credit Suisse Hedging-Griffo, na qualidade de instituição administradora do CSHG Real Estate - fundo de investimento imobiliário, concluiu em 16/09 as aquisições de imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro no valor total de R$ 120 milhões. Foram adquiridos seis andares e um edifício em São Paulo e mais 15 conjuntos no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, o fundo comprou 15 conjuntos da Torre Rio Sul, situada em Botafogo. Em São Paulo, as aquisições foram o primeiro e o segundo andar do bloco E e o quinto e sexto andar do bloco F do empreendimento Centro Empresarial de São Paulo (Cenesp), em Santo Amaro; o 14º e o 15º andares do Edifício Parque Cultural Paulista, situado na Avenida Paulista; e a totalidade do Edifício Paulista Star (foto), no Jardim Paulista.
Mercado imobiliário brasileiro é apresentado na China
17.09.2010
Redimob, ADIT
De olho na China, um dos países que mais investem no Brasil, a Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil, participou nesta quinta-feira (16) em Xangai do Seminário "Investing in Brasil", que teve como objetivo apresentar as oportunidades de investimentos do mercado brasileiro, principalmente no que se refere para a Copa 2014 e Olimpíadas 2010. Na ocasião, Felipe Cavalcante, presidente da ADIT, falou das oportunidades de negócios no mercado imobiliário brasileiro.
"A China já é considerada o maior investidor estrangeiro no Brasil. Além de apresentar aos chineses onde estão as melhores oportunidades de investimentos, estamos indo também para entender o mercado e ver quais sinergias devem ser criadas. Projetos de infraestrutura, englobando principalmente os setores imobiliário, de transporte e de turismo também serão apresentados aos empresários chineses durante o seminário", explica Cavalcante.
O evento foi promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex Brasil) em parceria com a ADIT Brasil, CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).
Na comitiva dos empresários brasileiros que foram para a China estão: Paulo Simão, presidente da CBIC, Ralph Terra, vice-presidente da ABDIB e Ricardo Shaefer, vice-presidente da APEX Brasil. Além da participação do seminário, a comitiva brasileira participará ainda da Expo Shangai 2010, além de reuniões pré-agendadas com empresários chineses.
Participam ainda do evento membros do Conselho de Fomento do Comércio Internacional da China, do Departamento de Investimentos da Prefeitura de Xangai, da Câmara de Comércio de Xangai, Associação de Planejamento e Desenvolvimento Industrial da China, além de empresários e representantes de consultorias, bem como da área acadêmica.
Redimob, ADIT
De olho na China, um dos países que mais investem no Brasil, a Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil, participou nesta quinta-feira (16) em Xangai do Seminário "Investing in Brasil", que teve como objetivo apresentar as oportunidades de investimentos do mercado brasileiro, principalmente no que se refere para a Copa 2014 e Olimpíadas 2010. Na ocasião, Felipe Cavalcante, presidente da ADIT, falou das oportunidades de negócios no mercado imobiliário brasileiro.
"A China já é considerada o maior investidor estrangeiro no Brasil. Além de apresentar aos chineses onde estão as melhores oportunidades de investimentos, estamos indo também para entender o mercado e ver quais sinergias devem ser criadas. Projetos de infraestrutura, englobando principalmente os setores imobiliário, de transporte e de turismo também serão apresentados aos empresários chineses durante o seminário", explica Cavalcante.
O evento foi promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex Brasil) em parceria com a ADIT Brasil, CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).
Na comitiva dos empresários brasileiros que foram para a China estão: Paulo Simão, presidente da CBIC, Ralph Terra, vice-presidente da ABDIB e Ricardo Shaefer, vice-presidente da APEX Brasil. Além da participação do seminário, a comitiva brasileira participará ainda da Expo Shangai 2010, além de reuniões pré-agendadas com empresários chineses.
Participam ainda do evento membros do Conselho de Fomento do Comércio Internacional da China, do Departamento de Investimentos da Prefeitura de Xangai, da Câmara de Comércio de Xangai, Associação de Planejamento e Desenvolvimento Industrial da China, além de empresários e representantes de consultorias, bem como da área acadêmica.
Acesso a financiamento imobiliário é quase cinco vezes maior na alta renda
16.09.2010
InfoMoney
Apenas 1,69% dos brasileiros da classe E possui acesso a financiamento imobiliário. O percentual é quase cinco vezes maior nas classes AB, subindo para 7,74%. O resultado é de uma pesquisa do Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgada na semana passada.
“Em termos de moradia, observamos que a série se mantém mais ou menos estável desde 2004, com pequena queda se considerarmos a variação entre 2003 e 2009”, afirma o relatório.
Na classe C, o acesso ao financiamento imobiliário foi de 4,97% no ano passado, enquanto na classe D, de 2,98%.
O levantamento mostrou que diminuiu a proporção das famílias com moradia própria já paga, de 71,27% em 2008 para 70,58% em 2009. Também caiu o percentual de famílias com casa própria, porém, ainda pagando: de 4,35% em 2008 para 4,29% em 2009.
Mais aluguéis caros
Os números apresentam ainda um crescimento no número de moradias nas quais o valor do aluguel está acima da média. O aluguel mais caro, segundo a FGV, pode ser interpretado como melhoria na qualidade de moradia.
As famílias em imóveis nessas condições aumentaram 89,8% no acumulado desde 2003. Naquele ano, 4,73% das famílias pagavam aluguel acima da média. Em 2008 esse número já era de 8,19%, subindo para 8,98% no ano passado.
Já as famílias que pagam aluguéis mais baratos que a média eram 8,70% em 2003, caindo para 7,17% em 2008 e para 6,80% no ano passado.
InfoMoney
Apenas 1,69% dos brasileiros da classe E possui acesso a financiamento imobiliário. O percentual é quase cinco vezes maior nas classes AB, subindo para 7,74%. O resultado é de uma pesquisa do Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgada na semana passada.
“Em termos de moradia, observamos que a série se mantém mais ou menos estável desde 2004, com pequena queda se considerarmos a variação entre 2003 e 2009”, afirma o relatório.
Na classe C, o acesso ao financiamento imobiliário foi de 4,97% no ano passado, enquanto na classe D, de 2,98%.
O levantamento mostrou que diminuiu a proporção das famílias com moradia própria já paga, de 71,27% em 2008 para 70,58% em 2009. Também caiu o percentual de famílias com casa própria, porém, ainda pagando: de 4,35% em 2008 para 4,29% em 2009.
Mais aluguéis caros
Os números apresentam ainda um crescimento no número de moradias nas quais o valor do aluguel está acima da média. O aluguel mais caro, segundo a FGV, pode ser interpretado como melhoria na qualidade de moradia.
As famílias em imóveis nessas condições aumentaram 89,8% no acumulado desde 2003. Naquele ano, 4,73% das famílias pagavam aluguel acima da média. Em 2008 esse número já era de 8,19%, subindo para 8,98% no ano passado.
Já as famílias que pagam aluguéis mais baratos que a média eram 8,70% em 2003, caindo para 7,17% em 2008 e para 6,80% no ano passado.
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