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Credit Suisse Hedging-Griffo compra R$120 mi em imóveis

17.09.2010
Revista Exame
O Credit Suisse Hedging-Griffo, na qualidade de instituição administradora do CSHG Real Estate - fundo de investimento imobiliário, concluiu em 16/09 as aquisições de imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro no valor total de R$ 120 milhões. Foram adquiridos seis andares e um edifício em São Paulo e mais 15 conjuntos no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, o fundo comprou 15 conjuntos da Torre Rio Sul, situada em Botafogo. Em São Paulo, as aquisições foram o primeiro e o segundo andar do bloco E e o quinto e sexto andar do bloco F do empreendimento Centro Empresarial de São Paulo (Cenesp), em Santo Amaro; o 14º e o 15º andares do Edifício Parque Cultural Paulista, situado na Avenida Paulista; e a totalidade do Edifício Paulista Star (foto), no Jardim Paulista.

BR Properties confirma compra de torre no Rio

A BR Properties confirmou ontem o maior negócio de sua história: a compra da segunda torre do condomínio Ventura, como adiantado pelo Valor. O Ventura é um empreendimento comercial de alto padrão no centro do Rio.

A aquisição – envolvendo 82% do edifício – foi feita em parceria com o banco BTG Pactual, que dividiu com a companhia o investimento de R$ 680 milhões. O prédio pertencia à sociedade Projeto Rio Empreendimentos, formada pela Participações Morro Vermelho, holding que controla a Camargo Corrêa, e a Tishman Speyer.

A participação remanescente, de 18%, permanece com o antigo dono. Mais da metade da torre já tem contratos de aluguel fechados, mas a expectativa é de que todas as salas estejam locadas até o fim do ano, diz Pedro Daltro, diretor financeiro da BR Properties.

“A procura é muito grande e há poucas áreas disponíveis no centro do Rio”, diz o executivo, acrescentando que essa conjuntura deverá elevar os valores de locação desse tipo de imóvel na região, estimados em R$ 150 por metro quadrado.

Localizado na avenida Republica do Chile, o bloco tem aproximadamente 43 mil metros quadrados de área bruta locável. Com a transação, a BR Properties passa a ter 1,014 milhão de metros quadrados de área para locação em seu portfólio.

Segundo Daltro, a companhia realizou neste ano investimentos próximos a R$ 1,6 bilhão, ou 80% do orçamento previsto ao exercício. “É possível que a empresa supere esse orçamento.” Segundo o executivo, a BR Properties aportou no mercado carioca mais da metade dos investimentos desde a abertura de capital, em março.

A Tishman Speyer segue no mercado carioca com o desenvolvimento de dois empreendimentos, informa Daniel Cherman, presidente da empresa de investimentos imobiliários. Além disso, a companhia comprou recentemente um terreno na zona portuária da cidade para desenvolver um prédio de escritórios. Segundo o executivo, a venda da torre no condomínio Ventura corresponde à realização de um investimento iniciado em 2002.

Fonte: Valor Econômico

Cyrela compra 7,5 mil m² na Faria Lima

Em disputa por espaços para obras comerciais na região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, a Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações (CCP) anunciou ontem a aquisição de um terreno para o desenvolvimento de um edifício corporativo padrão Triple A.

Na área total de 7,5 mil metros quadrados, o projeto prevê a construção de 2 torres corporativas que terão área locável estimada em 16,5 mil m². A aquisição foi feita inteiramente em permuta e a área locável estimada da Cyrela será de 8,25 mil m².

A incorporadora totaliza dez empreendimentos de escritórios de alto padrão, seis dos quais na região da Faria Lima. Até março, o segmento representava 73% da receita anual da CCP, com 91 mil m² em portfólio, 43,7 mil m² em desenvolvimento e 35 mil m² em banco de terrenos. A área da Faria Lima foi também a primeira aquisição feita nesse segmento no segundo trimestre. Nos últimos dois meses, a companhia anunciou o aumento de sua participação no Shopping D, uma parceria com a BR Malls no desenvolvimento de um novo centro de compras em Belo Horizonte e a aquisição de um terreno para construção de um centro logístico em Cajamar (SP).

Com gestão compartilhada e meta de alcançar 250 mil consorciados ativos até 2013, a nova empresa pretende atingir uma carteira de R$ 4,5 bilhões de ativos ao final de três anos.

Fonte: DCI