Jornal do Commercio
21.09.2010
A crescente demanda por crédito imobiliário vem preocupando, cada vez mais, representantes das diferentes esferas ligadas ao setor de construção civil, que alertam para um esgotamento dos recursos da poupança para este fim em cerca de dois a três anos. "Até 2013, teremos de criar novas fontes para continuar financiando o crescimento vigoroso na produção de imóveis", disse ontem o deputado federal Fernando Chucre, em evento na sede do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
No início deste mês, a Caixa Econômica Federal elevou a previsão para liberação de financiamento imobiliário em 2010 de R$ 60 bilhões para R$ 70 bilhões. Vendo "um sinal amarelo" já em 2012, o presidente-executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, ressalta que a ex¬pansão da oferta por crédito imobiliário deve ser suportada por medidas governamentais e por novas fontes de recursos. "Vejo potencial enorme de crescimento. Temos estoque de financiamento imobiliário baixíssimo. No Chile, por exemplo, fica entre 30% e 40% dos balanços dos bancos", disse ele.
Setúbal alertou para a necessidade de se criar novos mecanismos de financiamento, apoiados em uma política de juros estáveis. "No financiamento imobiliário, a taxa de longo prazo tem que vir para baixo. Primeiro, reduzindo a Selic. É preciso ter uma política que leve à redução da taxa Selic, mantendo a taxa de longo prazo também em baixa."
O excesso de regulamentação na área imobiliária, resultado da escassez de crédito que acompanhava o setor até pouco tempo atrás, também foi apontada por Setúbal como um entrave para a ampliação da oferta de crédito. "O governo precisa pensar em uma estrutura de financiamento mais ágil, menos burocrática", afirmou.
Fontes Alternativas
Com o rápido avanço da demanda por crédito, alguns bancos já vêm ultrapassando o limite de utilização da poupança, que é de 65%. Esse cenário leva os agentes do setor a considerar urgente a busca por fontes alternativas de financiamento.
"Qualquer fonte de recurso criada artificialmente será facilmente esgotada. A base do sistema de financiamento imobiliário será formada por recursos do mercado", disse Setúbal, que defende a maior utilização de "covered bonds", tradicionalmente usados na Europa, que funcionam como uma espécie de Letra de Crédito Imobiliário emitida pelos bancos.
Já o presidente do Secovi-SP João Crestana, aposta em três frentes para complementar os recursos voltados a crédito habitacional: securitização, fundos internacionais e fundos de pensão, que "aplicam muito pouco no setor imobiliário, diferente do resto do mundo". Segundo Crestana, com a revisão dos "engessamentos" criados ao longo dos anos por parte do governo, os fundos poderão ter remuneração maior e, assim, competir com a poupança.
Credit Suisse Hedging-Griffo compra R$120 mi em imóveis
17.09.2010
Revista Exame
O Credit Suisse Hedging-Griffo, na qualidade de instituição administradora do CSHG Real Estate - fundo de investimento imobiliário, concluiu em 16/09 as aquisições de imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro no valor total de R$ 120 milhões. Foram adquiridos seis andares e um edifício em São Paulo e mais 15 conjuntos no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, o fundo comprou 15 conjuntos da Torre Rio Sul, situada em Botafogo. Em São Paulo, as aquisições foram o primeiro e o segundo andar do bloco E e o quinto e sexto andar do bloco F do empreendimento Centro Empresarial de São Paulo (Cenesp), em Santo Amaro; o 14º e o 15º andares do Edifício Parque Cultural Paulista, situado na Avenida Paulista; e a totalidade do Edifício Paulista Star (foto), no Jardim Paulista.
Revista Exame
O Credit Suisse Hedging-Griffo, na qualidade de instituição administradora do CSHG Real Estate - fundo de investimento imobiliário, concluiu em 16/09 as aquisições de imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro no valor total de R$ 120 milhões. Foram adquiridos seis andares e um edifício em São Paulo e mais 15 conjuntos no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, o fundo comprou 15 conjuntos da Torre Rio Sul, situada em Botafogo. Em São Paulo, as aquisições foram o primeiro e o segundo andar do bloco E e o quinto e sexto andar do bloco F do empreendimento Centro Empresarial de São Paulo (Cenesp), em Santo Amaro; o 14º e o 15º andares do Edifício Parque Cultural Paulista, situado na Avenida Paulista; e a totalidade do Edifício Paulista Star (foto), no Jardim Paulista.
Mercado imobiliário brasileiro é apresentado na China
17.09.2010
Redimob, ADIT
De olho na China, um dos países que mais investem no Brasil, a Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil, participou nesta quinta-feira (16) em Xangai do Seminário "Investing in Brasil", que teve como objetivo apresentar as oportunidades de investimentos do mercado brasileiro, principalmente no que se refere para a Copa 2014 e Olimpíadas 2010. Na ocasião, Felipe Cavalcante, presidente da ADIT, falou das oportunidades de negócios no mercado imobiliário brasileiro.
"A China já é considerada o maior investidor estrangeiro no Brasil. Além de apresentar aos chineses onde estão as melhores oportunidades de investimentos, estamos indo também para entender o mercado e ver quais sinergias devem ser criadas. Projetos de infraestrutura, englobando principalmente os setores imobiliário, de transporte e de turismo também serão apresentados aos empresários chineses durante o seminário", explica Cavalcante.
O evento foi promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex Brasil) em parceria com a ADIT Brasil, CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).
Na comitiva dos empresários brasileiros que foram para a China estão: Paulo Simão, presidente da CBIC, Ralph Terra, vice-presidente da ABDIB e Ricardo Shaefer, vice-presidente da APEX Brasil. Além da participação do seminário, a comitiva brasileira participará ainda da Expo Shangai 2010, além de reuniões pré-agendadas com empresários chineses.
Participam ainda do evento membros do Conselho de Fomento do Comércio Internacional da China, do Departamento de Investimentos da Prefeitura de Xangai, da Câmara de Comércio de Xangai, Associação de Planejamento e Desenvolvimento Industrial da China, além de empresários e representantes de consultorias, bem como da área acadêmica.
Redimob, ADIT
De olho na China, um dos países que mais investem no Brasil, a Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil, participou nesta quinta-feira (16) em Xangai do Seminário "Investing in Brasil", que teve como objetivo apresentar as oportunidades de investimentos do mercado brasileiro, principalmente no que se refere para a Copa 2014 e Olimpíadas 2010. Na ocasião, Felipe Cavalcante, presidente da ADIT, falou das oportunidades de negócios no mercado imobiliário brasileiro.
"A China já é considerada o maior investidor estrangeiro no Brasil. Além de apresentar aos chineses onde estão as melhores oportunidades de investimentos, estamos indo também para entender o mercado e ver quais sinergias devem ser criadas. Projetos de infraestrutura, englobando principalmente os setores imobiliário, de transporte e de turismo também serão apresentados aos empresários chineses durante o seminário", explica Cavalcante.
O evento foi promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex Brasil) em parceria com a ADIT Brasil, CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).
Na comitiva dos empresários brasileiros que foram para a China estão: Paulo Simão, presidente da CBIC, Ralph Terra, vice-presidente da ABDIB e Ricardo Shaefer, vice-presidente da APEX Brasil. Além da participação do seminário, a comitiva brasileira participará ainda da Expo Shangai 2010, além de reuniões pré-agendadas com empresários chineses.
Participam ainda do evento membros do Conselho de Fomento do Comércio Internacional da China, do Departamento de Investimentos da Prefeitura de Xangai, da Câmara de Comércio de Xangai, Associação de Planejamento e Desenvolvimento Industrial da China, além de empresários e representantes de consultorias, bem como da área acadêmica.
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