Construções certificadas garantem benefícios em longo prazo

As certificações ambientais para a construção civil são cada vez mais procuradas por empreendedores. Isto acontece porque os benefícios desse processo atingem o meio ambiente, o empreendedor e também as pessoas que irão usufruir da estrutura construída.

Existem diversos órgãos certificadores que realizam esse processo e fazem o acompanhamento de toda a obra, com o intuito de reduzir os impactos gerados por cada uma das etapas. Os selos mais usados atualmente no Brasil são o LEED, fornecido pelo Green Building Council (GBC), e o AQUA (Alta Qualidade Ambiental), disponibilizado pela Fundação Vanzolini.

O LEED é um selo norte-americano, por isso ainda gera dúvidas entre os empreendedores brasileiros, em relação à sua eficácia nos dois países com características distintas, Brasil e Estados Unidos. O AQUA, por sua vez, foi criado especificamente para construções estabelecidas em solo brasileiro, levando em consideração a realidade social, econômica, condições climáticas, entre outras coisas, conforme comparação feita pelo responsável pelo Desenvolvimento de Negócios da Fundação Vanzolini, Bruno Casagrande, durante o Programa CicloVivo. Segundo o especilaista, o ideal é que a escolha pela construção certificada ocorra desde o início do projeto. “O empreendedor precisa pensar qual será o terreno, quais serão os impactos causados no seu entorno, com a questão da vizinhança, se será um empreendimento aceito pela sociedade”, explica ele.

O processo de certificação varia de acordo com o selo escolhido. No caso do AQUA ele é dividido em três etapas: programa, projeto e realização do empreendimento. Após essa fase, quando o prédio já está em funcionamento existem itens que devem continuar em acompanhamento, para garantir o bem estar das pessoas que utilizam o edifício e também a sua eficiência energética e econômica, fatores essenciais para um edifício certificado.

O selo de qualidade ambiental torna as obras um pouco mais caras que as comuns durante a sua concepção. No entanto, o retorno financeiro é obtido em pouco tempo devido à redução nos gastos com água e energia, por exemplo. Isso também valoriza o prédio, tornando-o um imóvel de fácil negociação.

Fonte: CTE

Governo aposta em complexo imobiliário para o trem-bala

Depois de ser derrotado pela teimosia de manter uma fórmula polêmica, criticada pelos investidores, o Governo mudou radicalmente o modelo de licitação (agora em duas etapas) e já aceita arcar com alguns riscos do empreendimento - leia-se, colocar mais dinheiro. Também vai criar mecanismos para tornar o projeto mais rentável para compensar o valor da obra.

O principal deles está associado aos empreendimentos imobiliários que podem ser construídos no entorno das estações, produzindo receita extra. O Estado apurou que a intenção do governo é fazer a declaração de utilidade pública dos terrenos próximos das paradas do trem antes da segunda fase de licitação. Ele também será responsável pela desapropriação das terras.

No modelo anterior, as áreas teriam de ser adquiridas pelos investidores, o que tornou muitos projetos imobiliários inviáveis. Essa era a aposta, por exemplo, do consórcio coreano, que projetava construir "novas cidades" ao lado dos trilhos. Mas, sem declaração de utilidade pública, qualquer empresa que não estivesse ligada ao trem-bala poderia explorar a área. "Ninguém ia querer vender um terreno com grandes potenciais de ganhos. Se vendessem, iam jogar o preço lá em cima", diz um investidor.

A nova formatação para o Trem de Alta Velocidade (TAV), entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, ainda está em fase de elaboração e tem muitos pontos sem explicação. Mas a lógica é dividir os riscos, como os detentores de tecnologia vinham repetindo desde o início das discussões sobre o projeto.

A primeira licitação vai englobar a tecnologia e a operação do trem-bala. Segundo fontes ligadas ao governo, os interessados vão elaborar um projeto básico, com estudo de demanda de passageiros e tarifas para conseguir dar um lance no leilão. Quem ganhar o processo ficará com o risco de demanda e terá de fazer o projeto executivo do TAV, que determinará o traçado e os custos de construção.

Com o material em mãos, o governo fará a segunda licitação, que será a concessão dos ativos. A vencedora vai contratar as empreiteiras que construirão a infraestrutura (instalação de trilhos, pontes, viadutos e túneis). A novidade é que, depois da pressão sofrida pelo governo, não poderá haver participação cruzada nas licitações. Ou seja, quem estiver no primeiro grupo não poderá entrar no segundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rua Augusta, em São Paulo, valoriza e atrai incorporadores

Ca'D'oro Residence
A região da Rua Augusta, próxima da av. Paulista e da Bela Vista, considerada capital de São Paulo, virou nos dois últimos anos um novo destino para o mercado imobiliário. De acordo com Nick Dagan, Diretor de Incorporação da Esser, na região de influência da rua Augusta, já foram lançadas 2156 unidades de empreendimentos com absorção de 98% das ofertas neste período. Com alta velocidade e facilidade de venda, os imóveis na região sofreram uma valorização de 35% no ultimo ano, superando a média de 22% da cidade de São Paulo.

Esse aquecimento do setor na Augusta tem sido motivado pela constante renovação da região com ampliação de restaurantes, opções de lazer, universidades, shoppings, teatros e fácil acesso a todos esses pontos. "Além de ser centro de atividades de cultura e lazer em São Paulo, a região vem atraindo tanto investidores que buscam produtos para geração de dividendos e capitalização futura, como potenciais compradores, que a princípio pensavam apenas em alugar os imóveis", explica Dagan.

Seguindo essa tendência de moradores que apostarem na Augusta e região central de São Paulo para viver, terão a disposição alguns doe melhores projetos residenciais e de escritórios de São Paulo, com a melhor qualidade de infraestrutura, automação, segurança e opções de lazer.

A Esser está lançando o “Capital Augusta” que terá área privativa de 38 a 54m², de 1 e 2 dorms. No pavimento térreo, estarão disponíveis vagas de garagem, pulmão de segurança, Home Office, espaço café com wi-fi, bar lounge, pet place, lavanderia coletiva e churrasqueiras, enquanto que na cobertura localizam-se SPA, fitness, sauna seca, sala de massagem, piscina e deck.

A maioria das unidades lançadas vem com requintes como iluminação personalizada, climatização, entretenimento e integração de controles via celular. Desta forma, o usuário controlará a luz e aberturas de cortina com um simples toque, terá músicas e filmes favoritos à disposição em qualquer lugar da casa e comandará todos os equipamentos através de um único painel touch. Muitos dos empreendimento tem um avançado sistema de segurança com leitura de impressões digitais, visualização dos ambientes pela internet e sensores de contato e presença.

A chamada baixa Augusta verá até 2014, o conhecido ícone da cidade, Hotel e Restaurante Ca'D'oro voltar a reluzir totalmente repaginado. "Os novos vizinhos do bairro mudarão o perfil da região", diz Ary Bullara, da Brookfield.

A gigante canadense Brookifield lança este mês, em sociedade com a família Guzzoni, um complexo de uso misto, com escritórios, residências e hotel com a famosa grife Ca'D'oro. O imóvel se destina tanto famílias que querem residir na região, como investidores e até estudantes de universidades próximas e moradores com perfil flutuante que procuram as melhores lojas, shows, restaurantes, além de uma localização que permite o acesso às vias principais.

Ca'D'oro Office and Hotel
CA'D'ORO HOTEL
147 UNIDADES DE 31 A 57M² PRIVATIVOS

Torre de 27 andares, sendo do 19º ao 27º pavimento o Novo Hotel CA'D'ORO HOTEL, em um terreno de 3.713m² com: 03 elevadores de serviço e 01 de emergência, espelho d'água com ilha de vegetação, piscina, academia panorâmica, sauna, spa, restaurante lobby bar, varanda (restaurante), recepção, check-in, salas de reunião.

CA'D'ORO ESCRITÓRIOS

387 SALAS COMERCIAIS DE 26 A 38M²

Torre de 27 andares,sendo do 1º ao 18º pavimentos os escritórios em um terreno de 3.713m² com: 07 elevadores sociais e 01 de emergência, port-cochère, lobby e salas privativas de reunião e conferência.


CA'D'ORO RESIDENCIAL

374 APARTAMENTOS DE 40 A 79m²

Torre de 31 andares em um terreno de 4.457m², 05 elevadores sociais e 01 de emergência, praça de chegada com espelho d'água e mobiliários, áreas para jogos, tênis, playground bosque e pomar, redário, piscina com raia 25m², solarium, deck molhado, cascata, salão de festas adulto e espaço gourmet, mirante, piscina infantil, área para ginástica, espaço dog, enoteca/fumoir, salão de jogos adulto, sky lounge, piscina aquecida na cobertura com descanso, sauna e lounge.

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