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Rua Augusta, em São Paulo, valoriza e atrai incorporadores

Ca'D'oro Residence
A região da Rua Augusta, próxima da av. Paulista e da Bela Vista, considerada capital de São Paulo, virou nos dois últimos anos um novo destino para o mercado imobiliário. De acordo com Nick Dagan, Diretor de Incorporação da Esser, na região de influência da rua Augusta, já foram lançadas 2156 unidades de empreendimentos com absorção de 98% das ofertas neste período. Com alta velocidade e facilidade de venda, os imóveis na região sofreram uma valorização de 35% no ultimo ano, superando a média de 22% da cidade de São Paulo.

Esse aquecimento do setor na Augusta tem sido motivado pela constante renovação da região com ampliação de restaurantes, opções de lazer, universidades, shoppings, teatros e fácil acesso a todos esses pontos. "Além de ser centro de atividades de cultura e lazer em São Paulo, a região vem atraindo tanto investidores que buscam produtos para geração de dividendos e capitalização futura, como potenciais compradores, que a princípio pensavam apenas em alugar os imóveis", explica Dagan.

Seguindo essa tendência de moradores que apostarem na Augusta e região central de São Paulo para viver, terão a disposição alguns doe melhores projetos residenciais e de escritórios de São Paulo, com a melhor qualidade de infraestrutura, automação, segurança e opções de lazer.

A Esser está lançando o “Capital Augusta” que terá área privativa de 38 a 54m², de 1 e 2 dorms. No pavimento térreo, estarão disponíveis vagas de garagem, pulmão de segurança, Home Office, espaço café com wi-fi, bar lounge, pet place, lavanderia coletiva e churrasqueiras, enquanto que na cobertura localizam-se SPA, fitness, sauna seca, sala de massagem, piscina e deck.

A maioria das unidades lançadas vem com requintes como iluminação personalizada, climatização, entretenimento e integração de controles via celular. Desta forma, o usuário controlará a luz e aberturas de cortina com um simples toque, terá músicas e filmes favoritos à disposição em qualquer lugar da casa e comandará todos os equipamentos através de um único painel touch. Muitos dos empreendimento tem um avançado sistema de segurança com leitura de impressões digitais, visualização dos ambientes pela internet e sensores de contato e presença.

A chamada baixa Augusta verá até 2014, o conhecido ícone da cidade, Hotel e Restaurante Ca'D'oro voltar a reluzir totalmente repaginado. "Os novos vizinhos do bairro mudarão o perfil da região", diz Ary Bullara, da Brookfield.

A gigante canadense Brookifield lança este mês, em sociedade com a família Guzzoni, um complexo de uso misto, com escritórios, residências e hotel com a famosa grife Ca'D'oro. O imóvel se destina tanto famílias que querem residir na região, como investidores e até estudantes de universidades próximas e moradores com perfil flutuante que procuram as melhores lojas, shows, restaurantes, além de uma localização que permite o acesso às vias principais.

Ca'D'oro Office and Hotel
CA'D'ORO HOTEL
147 UNIDADES DE 31 A 57M² PRIVATIVOS

Torre de 27 andares, sendo do 19º ao 27º pavimento o Novo Hotel CA'D'ORO HOTEL, em um terreno de 3.713m² com: 03 elevadores de serviço e 01 de emergência, espelho d'água com ilha de vegetação, piscina, academia panorâmica, sauna, spa, restaurante lobby bar, varanda (restaurante), recepção, check-in, salas de reunião.

CA'D'ORO ESCRITÓRIOS

387 SALAS COMERCIAIS DE 26 A 38M²

Torre de 27 andares,sendo do 1º ao 18º pavimentos os escritórios em um terreno de 3.713m² com: 07 elevadores sociais e 01 de emergência, port-cochère, lobby e salas privativas de reunião e conferência.


CA'D'ORO RESIDENCIAL

374 APARTAMENTOS DE 40 A 79m²

Torre de 31 andares em um terreno de 4.457m², 05 elevadores sociais e 01 de emergência, praça de chegada com espelho d'água e mobiliários, áreas para jogos, tênis, playground bosque e pomar, redário, piscina com raia 25m², solarium, deck molhado, cascata, salão de festas adulto e espaço gourmet, mirante, piscina infantil, área para ginástica, espaço dog, enoteca/fumoir, salão de jogos adulto, sky lounge, piscina aquecida na cobertura com descanso, sauna e lounge.

Maiores informações, reservas e vendas clique aqui

Gafisa, Cyrela e Brookfield avançam sobre Campinas

Cidade é uma das novas fronteiras na disputa entre as grandes incorporadoras de São Paulo, atraídas pela proximidade com a capital e o perfil de renda da população. A disputa entre algumas das principais incorporadoras paulistas está sendo estendida da capital para a região metropolitana de Campinas.

Com as opções de terrenos na grande São Paulo diminuindo, os preços dos terrenos em alta e o estoque de metragem para construção restrito, nomes como Gafisa, Cyrela e Brookfield buscam colocar um pé ou ampliar participação na maior cidade do interior do estado. "Todas as incorporadoras grandes de São Paulo elegeram Campinas como mercado muito relevante. De um ano para cá, isso se acentuou muito", diz Pedro Candreva, diretor nacional da consultoria imobiliária Jones Lang Lasalle.

De fato, de acordo com Luiz Paulo Pompeia, diretor da consultoria imobiliária Embraesp, Campinas já disputa com Belo Horizonte a terceira posição junto aos maiores mercados imobiliários brasileiros. Entre os motores da expansão, ele cita uma população entre 2,5 milhões e 3 milhões de habitantes, que cresce acima da média brasileira e tem bom potencial de renda. "Estimamos que o mercado de Campinas comporte de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões em lançamentos por ano", afirma André Lucarelli, superintendente de incorporação da unidade Sul e interior de São Paulo da Brookfield Incorporações. Como base de comparação, ele cita São Paulo, que com 22 milhões de habitantes, absorve cerca de R$ 20 bilhões ao ano.

Além disso, diz o executivo, é um mercado que ainda aceita a permuta de terrenos por apartamentos que serão construídos sobre eles e não exige a "montagem de terrenos", expressão que define a prática de compra e demolição de pequenos imóveis contíguos para a abertura de novas áreas de construção. "Dado que Campinas está num raio de cerca de 100 quilômetros de São Paulo, e que no meio do caminho temos Jundiaí, com seus cerca de 500 mil habitantes, não faz sentido não olharmos para esses mercados", afirma Ubirajara Spessotto, diretor-geral da Cyrela São Paulo.

Vantagem logística

Spessotto diz que a proximidade permite às incorporadoras que atuam na capital paulista ampliar seu mercado potencial sem precisar aumentar muito a estrutura. "Se deslocar até Campinas, às vezes, é mais fácil que chegar a um bairro distante de São Paulo", diz o executivo. Foi um dos motivos que levou também a Brookfield a aumentar sua programação de lançamentos no mercado campineiro, diz Nicholas Reade, presidente da companhia. Só neste ano, a incorporadora pretende ofertar na cidade empreendimentos que somam cerca de R$ 450 milhões em valor geral de vendas (VGV). São quase 10% dos R$ 5 bilhões previsto pela companhia para todos os mercados em que atua no pais.

Por sua vez, a Cyrela tem programados cerca de R$ 180 milhões em lançamentos para o próximo ano na região. E a Living, sua empresa dedicada à construção de imóveis para baixa renda, mais R$ 1 bilhões, até 2012, o dobro do volume lançado pela incorporadora na cidade nos últimos cinco anos, afirma Romeu Braga Neto, diretor de incorporação da Living. A Gafisa e a Tenda, seu braço para o mercado de construções voltado a classe C, não têm lançamentos programados para Campinas neste ano. Mas estão atrás de áreas para comprar, diz Guilherme Carlini, gerente de prospecção da companhia para o estado de São Paulo. Antes de ser adquirida pela Gafisa, a Tenda chegou a ser uma das companhias mais ativas na região de Campinas. Mas nos últimos três anos, diz o executivo, não lançou nenhum projeto. A Gafisa também já esteve presente no mercado Campineiro. Depois saiu. "A ideia é termos lançamentos para 2012. Mas ainda não temos nada assinado", afirma o executivo. Mesmo com a concorrência em alta e os preços de terrenos subindo, parece valer a pena. "A venda lá é certa", diz Candreva, da Lasalle. Dado que a cidade está num raio de 100 km de São Paulo, e que no meio do caminho temos Jundiaí, com seus 500 mil habitantes, não faz sentido não olharmos para esses mercados

Área de logística ganha novos condomínios.  Acesso a rodovias e presença de Viracopos atraem grandes companhias do ramo. Margeada por quatro das principais rodovias do estado, atendida pela malha ferroviária da ALL e pelo aeroporto de Viracopos, a região metropolitana de Campinas tem atraído um número crescente de companhias da área de logística e dado origem a condomínios dedicados a elas. Este movimento, na avaliação de consultores como Pedro Candreva, diretor  nacional da consultoria imobiliária Jones Lang Lasalle, tende a se intensificar com os planos de ampliação de Viracopos e a saturação do mercado de Jundiaí. "Campinas vai ter um boom de condomínios de logística e industriais, por causa de Viracopos e rodovias", diz. "Há dez anos isso aconteceu em Jundiaí, que hoje já não tem tantos terrenos." Entre os empreendimentos anunciados mais recentemente está o Centro Logístico Brasil (CLB), da Prosperitas Investimentos. Localizado no entroncamento das rodovias Anhanguera e Dom Pedro I, tem terreno de quase 500 mil metros quadrados e área construída de 200 mil metros quadrados. Outras duas companhias com investimentos semelhantes são a GR e a Racional. "Campinas voltou a ser centro das atenções, como foi na década de 1990", afirma Candreva. Na época, diz ele, a cidade demorou a se firmar e abriu espaço para o crescimento da atividade em Jundiaí, nos anos seguintes. Mas eram outros tempos. "Viracopos era pouco usado. Hoje, o transporte aéreo cresceu muito. E Cumbica não aguenta muito mais carga. Está saturado", avalia o consultor. O modal aéreo é importante principalmente para o abastecimento e escoamento da produção de indústrias de alto valor agregado, como a de autopeças e de equipamentos eletrônicos, que montam equipamentos no país com componentes vindos de fora. "Galpões que ainda não estão prontos já estão sendo negociados", diz Candreva. Atração deste tipo de companhia deve aumentar com a ampliação de Viracopos e a saturação do mercado de Jundiaí, diz consultor da Jones Lang Lasalle.


Dubes Sonego
dsonego@brasileconomico.com.br

Brookfield mira novas aquisições

A Brookfield é uma das candidatas à compra da incorporadora Even, segundo apurou o Valor. O presidente da companhia, Nicholas Reade, afirmou ontem que a companhia está sempre estudando e analisando possibilidades de aquisições. "Não é questão de comprar apenas para ficar maior, precisa ser uma empresa complementar em negócios e filosofia empresarial", disse.

De acordo com fontes do setor, a empresa procura uma operação que garanta fôlego e ajude a melhorar os resultados. A Brookfield ganhou musculatura nos últimos dois anos, comprando a Company e a MB Engenharia, empresa com atuação no centro-oeste. Chegou ao grupo das cinco maiores em vendas e lançamentos, mas com um nível de lucro mais próximo ao de empresas de menor porte. No primeiro trimestre do ano, o lucro líquido da companhia foi de R$ 52,7 milhões - comparável ao de companhias como Eztec e Helbor.

No segundo trimestre - com a venda do prédio da Faria Lima por R$ 600 milhões para o grupo Malzoni - a empresa alavancou seus resultados operacionais e financeiros. O lucro líquido da companhia, de abril a junho, foi de R$ 132 milhões, alta de 65,5% sobre o mesmo período do ano passado.  No primeiro semestre de 2010, a receita líquida atingiu R$ 1,7 bilhão, alta de 111%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo Reade, a empresa vai continuar atuando no mercado de escritórios corporativos de grande porte, além do mercado residencial e de pequenas salas.

Fonte: Valor Econômico