Se você ainda acha que São Paulo é uma cidade cara para se comprar um imóvel, faça uma pesquisa de preços nas cidades européias na sua próxima viagem. A consultoria Deloitte, fez um levantamento das metrópoles européias e os preços, por lá, ainda sobem em velocidade surpreendente.
Para se ter uma idéia, durante o ano de 2012, as cidades de Londres e Paris foram as metrópoles europeias com os maiores preços no setor imobiliário. A capital britânica tem um custo médio (médio!)de € 10.000 (dez mil euros) por metro quadrado para novos imóveis (equivalente a R$ 29.133, de acordo com a cotação do Banco Central do Brasil do dia 19 de junho de 2013).
Segundo o levantamento da consultoria Deloitte, Paris tem um custo médio de € 8.300 (R$ 24.180,39). Em comparação com 2011, os preços do setor subiram mais em Berlim (13,3%), no centro de Londres (11,6%), Moscou (11,3%) e Viena (9,7%).
Por outro lado, as cidades que apresentaram os menores valores foram Budapeste (€ 1.198 por metro quadrado) e Varsóvia (€ 1.656 por metro quadrado). A capital da Polônia também registrou a maior queda nos preços, de 8,1%, seguida por Amsterdã.
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Imóveis sobem 14,6% no primeiro semestre
Marcela Ayres
São Paulo - O primeiro semestre terminou com aumento médio de 14,6% no preço dos imóveis em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Recife e Distrito Federal. A valorização supera com folga a alta de 3,14% do IGP-M, índice utilizado para reajuste dos aluguéis. A inflação medida pelo IPCA também ficou bem atrás, com evolução de 3,78% até o meio do ano. Apartamentos prontos no Rio de Janeiro ficam 19% mais caros no primeiro semestre do ano; no Leblon preço médio do metro quadrado ultrapassa 15.000 reais.
Os dados são do Índice FipeZap, da Fipe. A instituição acompanha o preço médio do metro quadrado nas sete cidades brasileiras a partir dos anúncios de apartamentos prontos no site Zap Imóveis.
São Paulo - O primeiro semestre terminou com aumento médio de 14,6% no preço dos imóveis em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Recife e Distrito Federal. A valorização supera com folga a alta de 3,14% do IGP-M, índice utilizado para reajuste dos aluguéis. A inflação medida pelo IPCA também ficou bem atrás, com evolução de 3,78% até o meio do ano. Apartamentos prontos no Rio de Janeiro ficam 19% mais caros no primeiro semestre do ano; no Leblon preço médio do metro quadrado ultrapassa 15.000 reais.
Os dados são do Índice FipeZap, da Fipe. A instituição acompanha o preço médio do metro quadrado nas sete cidades brasileiras a partir dos anúncios de apartamentos prontos no site Zap Imóveis.
A cidade de São Paulo está em obras
João Sandrini
Portal Exame.com
Quem investe em imóveis para locação não tem do que reclamar do ano de 2010. Apenas 2,3% das áreas disponíveis para aluguel em edifícios de alto padrão estão desocupadas, segundo consultoria realizada por uma das maiores do mundo na área imobiliária. Para que não houvesse pressão sobre os preços, seria necessário que cerca de 7% dos escritórios estivessem vazios. As empresas à procura de áreas para se instalar foram obrigadas a aceitar um reajuste médio de 17% nos valores de locação no ano passado (isso já descontada a inflação). O principal problema da cidade foi a falta de lançamentos. Apenas 25.500 metros quadrados de escritórios de alto padrão foram entregues em 2010 - contra uma absorção de 119.500 metros quadrados no período. Esse cenário tende a mudar radicalmente neste ano, quando devem ser colocados no mercado de locação cerca de 230.000 metros quadrados em imóveis corporativos de excelente nível na cidade de São Paulo. Em 2012 e 2013, está prevista uma nova enxurrada de entregas. "O novo inventário com previsão de entrega para os próximos três anos atenderá não só a demanda reprimida como também a necessidade de empresas de médio porte", diz a Colliers. Tanto que a consultoria prevê aumentos discretos no valor dos aluguéis neste ano e no próximo e estabilização a partir de 2013.
Portal Exame.com
Quem investe em imóveis para locação não tem do que reclamar do ano de 2010. Apenas 2,3% das áreas disponíveis para aluguel em edifícios de alto padrão estão desocupadas, segundo consultoria realizada por uma das maiores do mundo na área imobiliária. Para que não houvesse pressão sobre os preços, seria necessário que cerca de 7% dos escritórios estivessem vazios. As empresas à procura de áreas para se instalar foram obrigadas a aceitar um reajuste médio de 17% nos valores de locação no ano passado (isso já descontada a inflação). O principal problema da cidade foi a falta de lançamentos. Apenas 25.500 metros quadrados de escritórios de alto padrão foram entregues em 2010 - contra uma absorção de 119.500 metros quadrados no período. Esse cenário tende a mudar radicalmente neste ano, quando devem ser colocados no mercado de locação cerca de 230.000 metros quadrados em imóveis corporativos de excelente nível na cidade de São Paulo. Em 2012 e 2013, está prevista uma nova enxurrada de entregas. "O novo inventário com previsão de entrega para os próximos três anos atenderá não só a demanda reprimida como também a necessidade de empresas de médio porte", diz a Colliers. Tanto que a consultoria prevê aumentos discretos no valor dos aluguéis neste ano e no próximo e estabilização a partir de 2013.
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