Por ART PATNAUDE de Londres e CRAIG KARMIN de Nova York.
Os investidores estão se aventurando na Espanha, Itália e até mesmo na Grécia em busca de barganhas de imóveis comerciais. Eles seguem o princípio de que os retornos maiores compensam o risco do crescimento do sul da Europa continuar lento.
Durante grande parte da recessão prolongada que assolou a União Europeia, muitos investidores se concentraram em escritórios e residências de luxo em cidades como Londres e Paris, onde os mercados imobiliários atravessaram relativamente incólumes a crise do euro. Agora, embora os aluguéis e os níveis de ocupação do sul da Europa permaneçam anêmicos, a região vem se beneficiando da crença generalizada de que o pior da crise financeira já passou.
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Londres é a cidade europeia mais cara para se morar
Se você ainda acha que São Paulo é uma cidade cara para se comprar um imóvel, faça uma pesquisa de preços nas cidades européias na sua próxima viagem. A consultoria Deloitte, fez um levantamento das metrópoles européias e os preços, por lá, ainda sobem em velocidade surpreendente.
Para se ter uma idéia, durante o ano de 2012, as cidades de Londres e Paris foram as metrópoles europeias com os maiores preços no setor imobiliário. A capital britânica tem um custo médio (médio!)de € 10.000 (dez mil euros) por metro quadrado para novos imóveis (equivalente a R$ 29.133, de acordo com a cotação do Banco Central do Brasil do dia 19 de junho de 2013).
Segundo o levantamento da consultoria Deloitte, Paris tem um custo médio de € 8.300 (R$ 24.180,39). Em comparação com 2011, os preços do setor subiram mais em Berlim (13,3%), no centro de Londres (11,6%), Moscou (11,3%) e Viena (9,7%).
Por outro lado, as cidades que apresentaram os menores valores foram Budapeste (€ 1.198 por metro quadrado) e Varsóvia (€ 1.656 por metro quadrado). A capital da Polônia também registrou a maior queda nos preços, de 8,1%, seguida por Amsterdã.
Para se ter uma idéia, durante o ano de 2012, as cidades de Londres e Paris foram as metrópoles europeias com os maiores preços no setor imobiliário. A capital britânica tem um custo médio (médio!)de € 10.000 (dez mil euros) por metro quadrado para novos imóveis (equivalente a R$ 29.133, de acordo com a cotação do Banco Central do Brasil do dia 19 de junho de 2013).
Segundo o levantamento da consultoria Deloitte, Paris tem um custo médio de € 8.300 (R$ 24.180,39). Em comparação com 2011, os preços do setor subiram mais em Berlim (13,3%), no centro de Londres (11,6%), Moscou (11,3%) e Viena (9,7%).
Por outro lado, as cidades que apresentaram os menores valores foram Budapeste (€ 1.198 por metro quadrado) e Varsóvia (€ 1.656 por metro quadrado). A capital da Polônia também registrou a maior queda nos preços, de 8,1%, seguida por Amsterdã.
Coutinho: infraestrutura receberá R$ 51 bilhões em 2011
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse hoje que os desembolsos do banco devem ficar próximos de R$ 140 bilhões em 2011. "Pode ser um pouco mais, um pouco menos, dependendo de vários fatores, como, por exemplo, alguma demora na liberação de uma licença ambiental", destacou. Coutinho afirmou ainda que, para 2012, os recursos que deverão ser liberados pela instituição podem ser um pouco maiores do que o deste ano. "Nós não temos uma meta de desembolsos. Contudo, os valores para o próximo ano podem ser um pouco superiores, mas de forma marginal". "Apesar da crise internacional, o sistema financeiro brasileiro está operando normalmente, com solidez, e deve continuar a financiar projetos também no próximo ano", disse.
Mesmo com o agravamento da crise na zona do euro, os investimentos de longo prazo no Brasil estão sendo mantidos em boa velocidade, diz o presidente do BNDES. Coutinho destacou que o País tem uma agenda de várias áreas estruturais, como petróleo, energia e telecomunicações, rodovias, portos e aeroportos. "Os desembolsos em infraestrutura do BNDES este ano devem ficar próximos a R$ 51 bilhões e crescer 10% em 2012", disse.
Crise na Europa
O presidente do BNDES avaliou ainda que "dificilmente a Europa escapará da recessão e do credit crunch (choque de crédito) em 2012". Segundo ele, o aperto abrupto do crédito dos bancos da zona do euro é o cenário mais provável para o próximo ano, a menos que os líderes dos países europeus decidam realizar movimentos "mais audaciosos" de expansão monetária. Mas isso "não parece estar nos planos das autoridades europeias".
Coutinho destacou que, apesar se serem incertos os desdobramentos da crise internacional sobre o Brasil, o credit crunch na Europa não deve afetar o sistema bancário do País. "Os bancos no Brasil não estão expostos a nenhum ativo problemático, inclusive relacionados a dívidas soberanas", destacou.
O presidente do BNDES ressaltou que os bancos brasileiros operam normalmente em vários segmentos de clientes, o que colabora para que o crédito ao consumo continue se expandindo. Coutinho participou hoje de evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.
Fonte: Agencia Estado
Mesmo com o agravamento da crise na zona do euro, os investimentos de longo prazo no Brasil estão sendo mantidos em boa velocidade, diz o presidente do BNDES. Coutinho destacou que o País tem uma agenda de várias áreas estruturais, como petróleo, energia e telecomunicações, rodovias, portos e aeroportos. "Os desembolsos em infraestrutura do BNDES este ano devem ficar próximos a R$ 51 bilhões e crescer 10% em 2012", disse.
Crise na Europa
O presidente do BNDES avaliou ainda que "dificilmente a Europa escapará da recessão e do credit crunch (choque de crédito) em 2012". Segundo ele, o aperto abrupto do crédito dos bancos da zona do euro é o cenário mais provável para o próximo ano, a menos que os líderes dos países europeus decidam realizar movimentos "mais audaciosos" de expansão monetária. Mas isso "não parece estar nos planos das autoridades europeias".
Coutinho destacou que, apesar se serem incertos os desdobramentos da crise internacional sobre o Brasil, o credit crunch na Europa não deve afetar o sistema bancário do País. "Os bancos no Brasil não estão expostos a nenhum ativo problemático, inclusive relacionados a dívidas soberanas", destacou.
O presidente do BNDES ressaltou que os bancos brasileiros operam normalmente em vários segmentos de clientes, o que colabora para que o crédito ao consumo continue se expandindo. Coutinho participou hoje de evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.
Fonte: Agencia Estado
Arquitetos renomados da Europa assinam obras no Brasil
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| Centro Cultural Complexo da Luz - São Paulo - Brasil |
O primeiro projeto assinado pelo arquiteto catalão está sendo construído em Porto Alegre. Vázquez assina o projeto para revitalização do Cais Mauá, na capital gaúcha, no qual serão investidos R$ 450 milhões. As obras devem estar concluídas para a Copa do Mundo.O Brasil receberá nos próximos anos projetos assinados por famosos arquitetos europeus.
O escritório suíço Herzog & de Meuron, dos arquitetos Jacques Herzog e Pierre de Meuron, ganhadores do prêmio Pritzker de 2001, foi escolhido pelo governo de São Paulo para construir o Complexo Cultural – Teatro de Dança. O complexo, orçado em R$ 300 milhões, fica ao lado da Sala São Paulo, em uma região degrada do centro de São Paulo, e tem a pretensão de ser um dos maiores centros culturais da América Latina. Herzog e de Meuron colecionam obras importantes em seu currículo, como os estádios Ninho de Pássaro, em Pequim, e Allianz Arena, em Munique, e a Tate Modern, em Londres, projeto que recuperou uma abandonada estação de energia na capital inglesa e transformou-a em um museu de arte moderna.
Outro espanhol, Santiago Calatrava, foi contratado para projetar o Museu do Amanhã, na Praça Mauá, na zona portuária do Rio de Janeiro. O complexo, que deve ser inaugurado no primeiro semestre de 2014, está orçado em R$ 215 milhões e será financiado, em parte, pela Fundação Roberto Marinho e pelo Banco Santander.
Calatrava possui em seu portfólio projetos como o centro Ciutat de les Arts i les Ciències (Cidade das Artes e das Ciências), em Valência, na Espanha, que abriga, entre outras atrações, um planetário (L’Hemisfèric), o maior aquário oceanográfico da Europa (L’Oceanogràfic) e uma casa de ópera (El Palau de les Arts Reina Sofía). O arquiteto espanhol também projetou a Ponte della Costituzione (Ponte da Constituição), em Veneza, na Itália, e a Torre de telecomunicaciones de Montjuïc, em Barcelona.
Fonte: focando.com.br
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