A Brookfield é uma das candidatas à compra da incorporadora Even, segundo apurou o Valor. O presidente da companhia, Nicholas Reade, afirmou ontem que a companhia está sempre estudando e analisando possibilidades de aquisições. "Não é questão de comprar apenas para ficar maior, precisa ser uma empresa complementar em negócios e filosofia empresarial", disse.
De acordo com fontes do setor, a empresa procura uma operação que garanta fôlego e ajude a melhorar os resultados. A Brookfield ganhou musculatura nos últimos dois anos, comprando a Company e a MB Engenharia, empresa com atuação no centro-oeste. Chegou ao grupo das cinco maiores em vendas e lançamentos, mas com um nível de lucro mais próximo ao de empresas de menor porte. No primeiro trimestre do ano, o lucro líquido da companhia foi de R$ 52,7 milhões - comparável ao de companhias como Eztec e Helbor.
No segundo trimestre - com a venda do prédio da Faria Lima por R$ 600 milhões para o grupo Malzoni - a empresa alavancou seus resultados operacionais e financeiros. O lucro líquido da companhia, de abril a junho, foi de R$ 132 milhões, alta de 65,5% sobre o mesmo período do ano passado. No primeiro semestre de 2010, a receita líquida atingiu R$ 1,7 bilhão, alta de 111%, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Segundo Reade, a empresa vai continuar atuando no mercado de escritórios corporativos de grande porte, além do mercado residencial e de pequenas salas.
Fonte: Valor Econômico
Previ pretende elevar fatia em projetos imobiliários de 3% para 5%
A Previ pretende direcionar cerca de R$ 3 bilhões até 2016 para projetos imobiliários. O diretor de participações da Previ, Marcos Geovanne Tobias da Silva, explica que o objetivo é elevar a fatia do patrimônio da fundação alocada nesse segmento, dos atuais 3% para 5%. Segundo ele, o fundo enxerga no setor imobiliário um bom investimento nesse momento de estabilidade da economia, onde será preciso buscar alternativas de aplicações de recursos para garantir rentabilidades acima da meta atuarial.
O diretor adianta que o foco da Previ será em projetos imobiliários no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, especialmente em imóveis comerciais.
Além desse setor, a fundação quer investir mais em fundos de private equity, onde tem aplicado R$ 800 milhões. O patrimônio total da Previ hoje é R$ 142 bilhões.
Segundo ele, a entidade vive atualmente um dilema no fundo Plano 1, onde se concentra a maior parte do patrimônio da Previ. Por ser um fundo maduro, que não recebe mais contribuição e conta com muito dinheiro em caixa, o Plano 1 precisa ser administrado de forma que se aproveite as atuais oportunidades de investimentos e a necessidade de desinvestir para bancar o aumento no pagamento. O diretor prevê que em 2018 os atuais 36 mil funcionários que hoje contribuem para o plano já estejam aposentados e que o último benefício seja pago em 2080.
Fonte: Agência Estado
O diretor adianta que o foco da Previ será em projetos imobiliários no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, especialmente em imóveis comerciais.
Além desse setor, a fundação quer investir mais em fundos de private equity, onde tem aplicado R$ 800 milhões. O patrimônio total da Previ hoje é R$ 142 bilhões.
Segundo ele, a entidade vive atualmente um dilema no fundo Plano 1, onde se concentra a maior parte do patrimônio da Previ. Por ser um fundo maduro, que não recebe mais contribuição e conta com muito dinheiro em caixa, o Plano 1 precisa ser administrado de forma que se aproveite as atuais oportunidades de investimentos e a necessidade de desinvestir para bancar o aumento no pagamento. O diretor prevê que em 2018 os atuais 36 mil funcionários que hoje contribuem para o plano já estejam aposentados e que o último benefício seja pago em 2080.
Fonte: Agência Estado
BR Properties confirma compra de torre no Rio
A BR Properties confirmou ontem o maior negócio de sua história: a compra da segunda torre do condomínio Ventura, como adiantado pelo Valor. O Ventura é um empreendimento comercial de alto padrão no centro do Rio.
A aquisição – envolvendo 82% do edifício – foi feita em parceria com o banco BTG Pactual, que dividiu com a companhia o investimento de R$ 680 milhões. O prédio pertencia à sociedade Projeto Rio Empreendimentos, formada pela Participações Morro Vermelho, holding que controla a Camargo Corrêa, e a Tishman Speyer.
A participação remanescente, de 18%, permanece com o antigo dono. Mais da metade da torre já tem contratos de aluguel fechados, mas a expectativa é de que todas as salas estejam locadas até o fim do ano, diz Pedro Daltro, diretor financeiro da BR Properties.
“A procura é muito grande e há poucas áreas disponíveis no centro do Rio”, diz o executivo, acrescentando que essa conjuntura deverá elevar os valores de locação desse tipo de imóvel na região, estimados em R$ 150 por metro quadrado.
Localizado na avenida Republica do Chile, o bloco tem aproximadamente 43 mil metros quadrados de área bruta locável. Com a transação, a BR Properties passa a ter 1,014 milhão de metros quadrados de área para locação em seu portfólio.
Segundo Daltro, a companhia realizou neste ano investimentos próximos a R$ 1,6 bilhão, ou 80% do orçamento previsto ao exercício. “É possível que a empresa supere esse orçamento.” Segundo o executivo, a BR Properties aportou no mercado carioca mais da metade dos investimentos desde a abertura de capital, em março.
A Tishman Speyer segue no mercado carioca com o desenvolvimento de dois empreendimentos, informa Daniel Cherman, presidente da empresa de investimentos imobiliários. Além disso, a companhia comprou recentemente um terreno na zona portuária da cidade para desenvolver um prédio de escritórios. Segundo o executivo, a venda da torre no condomínio Ventura corresponde à realização de um investimento iniciado em 2002.
Fonte: Valor Econômico
A aquisição – envolvendo 82% do edifício – foi feita em parceria com o banco BTG Pactual, que dividiu com a companhia o investimento de R$ 680 milhões. O prédio pertencia à sociedade Projeto Rio Empreendimentos, formada pela Participações Morro Vermelho, holding que controla a Camargo Corrêa, e a Tishman Speyer.
A participação remanescente, de 18%, permanece com o antigo dono. Mais da metade da torre já tem contratos de aluguel fechados, mas a expectativa é de que todas as salas estejam locadas até o fim do ano, diz Pedro Daltro, diretor financeiro da BR Properties.
“A procura é muito grande e há poucas áreas disponíveis no centro do Rio”, diz o executivo, acrescentando que essa conjuntura deverá elevar os valores de locação desse tipo de imóvel na região, estimados em R$ 150 por metro quadrado.
Localizado na avenida Republica do Chile, o bloco tem aproximadamente 43 mil metros quadrados de área bruta locável. Com a transação, a BR Properties passa a ter 1,014 milhão de metros quadrados de área para locação em seu portfólio.
Segundo Daltro, a companhia realizou neste ano investimentos próximos a R$ 1,6 bilhão, ou 80% do orçamento previsto ao exercício. “É possível que a empresa supere esse orçamento.” Segundo o executivo, a BR Properties aportou no mercado carioca mais da metade dos investimentos desde a abertura de capital, em março.
A Tishman Speyer segue no mercado carioca com o desenvolvimento de dois empreendimentos, informa Daniel Cherman, presidente da empresa de investimentos imobiliários. Além disso, a companhia comprou recentemente um terreno na zona portuária da cidade para desenvolver um prédio de escritórios. Segundo o executivo, a venda da torre no condomínio Ventura corresponde à realização de um investimento iniciado em 2002.
Fonte: Valor Econômico
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